quarta-feira, 9 de julho de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Ah, pois se fossemos pássaros
Não nos sentiríamos tão sós
Seríamos mais iguais que diferentes
Nas penas simétricas confundiríamos
Nossos irmãos a nós mesmos
As dores compartilhadas no ninho
Pesariam menos que formiga na ponta do bico
Nas asas arqueadas, ventos deslizando
Limpando cada partícula extra
Aquelas que não precisamos carregar
As mágoas seriam esquecidas
Logo no primeiro vôo
Cada semente encontrada
Em minha pequena boca
Germinaria canto sutil
Poesia espontânea na fala
Ante a dureza dos predadores
Me tranco em gaiolas
Nem pássaro ainda sou
Canto triste, só pra dentro
Com receio que me ouçam o pio
Desejando o dia em que
Entre vôos altos e rasantes
Sejam apenas de piruetas
Os medos disponíveis
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Escrevendo a dedicatória no livro que comprei pra você reparo que a vontade é de escrever muito mais, continuar escrevendo para que de alguma forma lhe mostrar o amor que acabei de inventar para nós. Contenho-me enquanto somos luz e sombra e seguro as palavras para serem ditas quando oportuno for para ti escuta-las, e não simplesmente por que teimam em serem ditas por minha boca ansiosa, anseiosa.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
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