Sonhei que era uma mulher bastante sedutora. Uma vigarista que dava golpes nas pessoas para me dar bem. Eu era muito esperta e articulada, todo mundo acreditava em mim e eu usava isso para tirar vantagem das pessoas. Eu tinha orgulho disso. Havia um homem apaixonado por mim e eu arrumei um esquema para enganá-lo. Esse foi um sonho bastante longo, parecia um filme. Queria lembrar de todos os detalhes para escrever, porque o plano de como eu tiraria todo o dinheiro dele era muito inteligente e articulado, mas eu não me lembro. Só lembro que foi bastante trabalhoso e cansativo. No final das contas o plano deu certo e eu consegui tirar muito dinheiro dele. Nossa, como eu fui maquiavélica! No final do sonho eu me arrependi!! Quando eu vi que tinha conseguido o que queria eu precisava, dentro de mim, contar toda a verdade para ele. O cara ia ficar na merda e eu me vi apaixonada por ele. Queria reverter o mal que tinha feito e tive um trabalhão ainda mais difícil que o próprio golpe. Se eu contasse, ele ficaria triste comigo. Precisava fazer tudo sem ele perceber. Ainda tinha que convencer o meu comparsa a desfazer o golpe, mas isso foi mais fácil porque eu era muito persuasiva. Eu fui desfazendo aos poucos, sem ele perceber, devolvendo o dinheiro e os bens dele. Demorou muito para conseguir reverter, tinha alguma coisa me dizendo para eu desfazer o mal que eu havia feito as pessoas e que, naquele momento, eu estava conseguindo fazer isso com através desse homem.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Eu estava em casa com a Madonna. Estávamos na minha cama. Na cama com a Madonna.
Ela, com os dentinhos separados, queria passear. Eu pensei: nossa que difícil, ela pode ir para qualquer lugar, até para lua. Então tive a ideia de ligar para Anaterra pra perguntar para onde poderia levar a Madonna. porque ela sempre sabia de algo de interessante. Antes da resposta eu acordei.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
philiemos pois
talvez as amizades sejam mesmo as relações mais humanas que temos possibilidade de experienciar. as relações amorosas possuem caraterísticas e laços muito peculiares. as relações familiares, nem se fala! E as relações de trabalho possuem as formalidades que só pertencem a elas. porém, as relações de amizade são tão abrangentes e amplas e isso permite com que observemos com maior clareza as qualidades humanas de quem ali se relaciona.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
É sobre uma estrela que vos falo.
Estrela de brilho intenso, que viaja pelo Universo guiando os que a confiam seus caminhos.
Estrela que inspira os que, por ela iluminados, a observam com esmero.
Essa Estrela se chama Fernando Palha e continuará guiando, iluminando e inspirando esse mundo.
Nós, que ficamos na escuridão da noite, sentiremos a falta da face aquecida, mas uma Estrela Solitária deve seguir seu caminho no Cosmos.
Que a certeza que ele brilha em todos nós conforte os corações dos meus queridos amigos que choram de saudades.
domingo, 24 de janeiro de 2016
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Ficamos todos querendo que as empresas responsáveis pelas barragens da Samarco arquem com os custos gerados pelo desastre ambiental, já que a população como um todo está pagando os custos reais desta tragédia, já que essas empresas faturam RIOS de dinheiro explorando a natureza. Mas ao mesmo tempo esquecemos que somos nós, todos juntos, que cometemos esse e outros crimes ambientais, todos os dias. Essas empresas só exploram porque nós consumimos essa exploração. Nossa sociedade está doente e precisamos acordar de verdade para esse fato. E como se cura um doente, independente da doença que ele tenha? Dando amor, carinho, atenção e cuidado. É o que precisamos fazer uns com os outros e cada um com si mesmo. Amor.
terça-feira, 28 de julho de 2015
Sonhei que estava em um mar estrangeiro, não conhecia ninguém ali mas me divertia com as pessoas à minha volta. Fazia um dia lindo e estava tudo calmo até que mar virou subitamente e eu por um momento me assustei! Tive aquela sensação de pavor, que precede algo muito ruim que pode acontecer, mas depois eu percebi que já havia passado por situação bem parecida antes e, dessa vez, eu fiz diferente. Retomei a calma e avisei pra pessoa que estava ao meu lado que a maré estava virando, que era preciso cautela. As ondas se agigantavam nas nossas costas e eu conseguia furá-las com precisão de peixe. Pena que nem todo mundo tinha a mesma habilidade ou perspicácia. Quem sabe lhes faltava a experiência de nadar em águas turbulentas com a mesma naturalidade de quem bóia em serenidade. Depois de três ondas dessas eu avistei um pouco à frente uma prancha de bodyboard e precisei tomar uma decisão: continuar em local seguro o suficiente pra continuar furando as ondas e esperar até que a maré se acalmasse, ou nadar o mais rápido possível até aquela prancha, correndo o risco de que a onda fosse mais rápida que eu e me pegasse antes de alcançá-la; e ainda havia a possibilidade de, mesmo com a prancha, não conseguir surfar essa montanha de água, até porque já faziam uns 20 anos que não me aventurava nem sequer em marolinhas inofensivas. Mas eu não hesitei, fiz o que era preciso, fiz o que sabia que tinha que fazer. Meu corpo sabia o que fazer. Nadei com todas as minhas forças em direção à prancha que iria me salvar, mas não sem antes me proporcionar uma das mais impressionantes descargas de adrenalina que eu já havia experimentado. Me agarrei à prancha, sob o olhar arregalado das pessoas que tentavam se manter à superfície no meio daquela tormenta. Mas em nenhum momento o sol deixou de brilhar, nem o céu se despiu do azul que nos engolia... A onda estourou aos meus pés e me empurrou com força pra frente. Meu sorriso voltou enorme, tão grande como as ondas. Mesmo morrendo de medo eu surfei aquela onda.
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